Garotas do meu Brasil, aqui vai uma dica de ouro. Sabe aquele cara bonitinho que você paquerou a noite inteira? Então, ele se aproxima e começa a conversar. Vocês dão risadas, contam um pouquinho sobre si, interagem com o pessoal do grupo e… Por favor, produção, dá um STOP aí. Pronto. Agora o meu papo é com você, mulher. O cara está na sua, não vai dar mancada!!!

É, se conselho fosse bom, a gente não dava, vendia.

A lua está maravilhosa. Então, você olha pra lua, elogia e… Podia parar por aí, mas não. Alguém faz um comentário: a bruxa está solta. Vários casais se separando. Inclusive, seu paquera está solteiro há apenas 10 dias. Ele não sabe que você já possui tal informação, mas você possui e mesmo assim, cava sua própria sepultura. Ai mulher, como você é burra. Homem foge de compromisso, ainda mais quando acabou de sair de um… Você sabe disso, mas ignora.

“A bruxa podia ajudar quem está do outro lado da moeda, né?” Ele, então, saca a tirada: você quer namorar? Diz que não, não, nãoooooooooooooo! Ai mulher, como você é burra e romântica e carente e ingênua. Faz tudo errado. “Sim, chega de ser solteira…” OH, My God! Alone, who?

É, minha cara, em apenas um minuto de distração, você perdeu seu paquera. Se não foi naquele momento, foi depois. Aliás, ele nem sabe quem é você! SMS? Desiste. Você acaba de ser uma bola fora do jogo. Uel uel uel uellll!

Cada almoço, uma história. Cheguei correndo, porque tinha um compromisso marcado às 13h. Na minha frente, duas crianças com a mãe. Dois meninos, mais precisamente. “Mãe, eu quero nuggets, mas está longe”, choramingou um deles. A mãe, então, foi lá e pegou UM. “Só um”, disse ela.

Vou fazendo meu prato quando me deparo de novo com as crianças. “Mãe, tem queijinho… Mãe, eu quero queijinho…” O que você faria? Primeiro, pediria pro filhote esperar e, em seguida, colocaria o tão desejado queijinho em seu prato. Mas né, mães terroristas, a gente vê por aqui. “Queijo não”. Ele não se fez por satisfeito: “mas eu quero…” E a grande resposta do dia: “você quer queijo? Então vai ficar sem jogar videogame!”

Comigo: WTF?!?!!? Que mãe é essa? Não dar fritura pro filho, OK. Existem mães conscientes que fazem seus filhos se alimentarem corretamente. Agora, um queijinho. Que dó do menininho. Que dó.

Então, fui pesar meu prato, inconformada. O menininho, sem o queijo, na minha frente. Acho que não deu nem 50g o prato dele. A atendente: “olha que belezinha, ele já se serve sozinho…” Poxa, se servir sozinho assim é fácil. O prato dele tinha UM nugget, que a mãe colocou, DUAS batatas fritas, UM ovinho de codorna e um montinho de algo que parecia ser cebola. COMO ASSIM?

Em menos de 1h, o menino estará com fome de novo. E aí, será que rola uma Ruffles com Coca-Cola? Uma passatempo ou Trakinas? Quem sabe um lanche do MC? Um cachorro-quente? Já sei, um sorvete bem gordo de 2 bolas da Sergel. Afinal, ele pediu um sorvete e tomou, novamente, um não: “Mãe, só hoje, você nunca deixa…”

Do que será que esse menino vive? Mãe terrorista, só por hoje, você me deixou inconformada!

Era uma quarta-feira. Em Joaquim Egídio, o palco estava montado. A dupla que não sai do meu carro iria tocar: Munhoz e Mariano. Trabalhei na sacanagem e fui. No caminho, uma dose de vodca. Lá, mais algumas. Olhei pro palco e comemorei: “hoje vou ficar pertinho do meu amor – platônico, diga-se de passagem”. Que nada.

Não é que o fã clube dominou o espaço? Momento desabafo: meu, vocês vão em todos os shows. Barrar minha passagem até o lindo do Mariano foi uma puta falta de sacanagem! Enfim, o show começou. Eu já tava bem alegrinha. Na minha frente, um rapaz dançava empolgado. Quando vi, estava dançando com ele. Não demorou muito e… perdi o tãe. Eles tocaram, eu não consegui chegar perto e me irritei.

A história podia parar aí, mas eu adoro me queimar e vou continuar. No final do show, eles jogam flores para as fãs. E lá fui eu. Fui empurrando um, outro e tomei o troco. Parecia um saco de arroz. A cena, em câmera lenta, faria maior sucesso no Domingão do Faustão (risos). Ploft. Caí com tudo de bunda no chão. Sem forças pra levantar, via todo mundo se matando pra pegar as benditas malditas rosas, quando uma mão salvadora me puxou. Uma menina. Me levantou e continuou gritando pela rosa. Assim, BIZARRO!

Saí de lá chocada, óbvio. Sem flores, sem tãe, sem saber quem era o moço da dança. Voltei pra casa e fui dormir. No outro dia, encarnei a delegada da paixão. Mas como procurar alguém com apenas seu nome, curso e ano de formatura? Bendito seja o Orkut. Era tão fácil encontrar pessoas… Mas mesmo diante da dificuldade, eu persisti. Comentei com um, outro e fui buscando informações. ACHEI! Foi um achado meio engraçado. E não é que a pessoa é muitooooooooo próxima a um amigo meu? Campinas é um ovo.

Pensa que acabou? Não. Os dias se passaram e eu recebi uma mensagem: o seu carinha tava em tal lugar. UÓTI?, como diriam as psicóticas… Meu carinha? Hã? Enfim, era o moço do show. “Ah, tava? Como assim? Por que você não falou pra ele que eu fiquei o procurando loucamente na web?!” Ai como ela estava bandida! E a pessoa continuou: então, ele tava com uma menina que meu amigo queria pegar. Mas ela disse que ele é bla bla bla. E contou toda a história. Eu? Ouvi e ri muito. Passou.

Dias depois – está parecendo novela -, vejo uma foto da pessoinha com meu amigo. Comento. E uma amiga também. A janelinha do chat do Facebook sobe: acho que temos um carinha em comum. OH MY GOD! Como assim? Sabe a menina que tava com o belezinha, que o amigo do meu amigo queria pegar? Nossa, que difícil. Enfim, era minha amiga! UAU! Campinas é um ovo… de codorna!

Óbvio que eu ri muito. É tão diferente quando você dá nome aos bois, né? No fim, a constatação: é legal, mas não vale a pena. Por que você não investe no outro? Eu super apoio! Ah, o conselho foi meu pra ela. Aguardo resultados! E né, agora, nós somos parças!

Hoje é dia Internacional da Mulher. Desde ontem, comecei a ver diferentes mensagens de carinho ‘pipocando’ no Facebook. Eu gosto de ler, de analisar a arte. Coisa de menina nerd, que trabalha em agência.

Aí, de manhã, acordei com uma mensagem no celular. De dia da mulher. Uma fofa a pessoa que me mandou. Gosto muito. Então pensei, ‘caraca, todo mundo escrevendo e eu?’ Sim, em casa de ferreiro o espeto é de pau e, nas atuais circunstâncias, me encontro sem tempo de elaborar algo tão especial quanto à mulher que gostaria de homenagear.

Namorados, mandam juras de amor para suas amadas. Amigos solteiros, mandam aquele “alô” meio sem vergonha para as amigas. Netos demonstram seus amor pelas avós, vivas ou já falecidas. E eu, bom, eu faço parte do grupo que vai escrever para minha maior ídola, minha mãe. Que fique claro que existem muitas outras mulheres importantes em minha vida: avós, tias, primas, amigas, conhecidas,  mas né, valor igual ela tem, é difícil!

“Nossa, mãe. Agradeço por você ter me dado uma educação bem severa, mas né, às vezes a gente perde oportunidades por ser tão certinha…” Valores. Foi isso que ela me deu. E tenho muito orgulho disso. Uma mulher linda, guerreira, trabalhadora, sensível, com um coração maior que ela. Uma pessoa divertida, carismática (odeio ir ao supermercado com ela. Cada passo, um conhecido…) e muito querida. Uma ídola, por mais feia que seja essa palavra. Um exemplo de vida.

Ela costura minhas fantasias, faz a melhor a salada de batata com maionese, odeia meus vestidos curtos, insiste em dizer que eu estou muito gorda, não gosta de nenhum dos meus pretendentes, ri quando eu conto as minhas desgraças amorosas, corta meu cabelo, me leva em todos os médicos (e daí? eu não gosto de ir sozinha haha), conta todos os mínimos detalhes das novelas, ouve rádio no último volume – na rádio Laser, claro -, me deixa falando sozinha às vezes, esquece onde guarda as coisas, odeia ir ao shopping comigo, sai do carro quando eu vou estacionar – de ré na minha ‘larga’ garagem – e fala milhões de vezes por dia que eu sou a versão feminina do meu pai. E é por tudo isso que eu a AMO.

Amo quando ela ri de mim, quando me incentiva a fazer algo, quando pede que eu vá com ela em algum lugar, quando solicita minha ajuda na cozinha, quando desabafa comigo. Amo quando peço pra ela não contar algo a ninguém e ela fica se coçando pra contar pelo menos pra minha tia. Amo quando ela vai passear e traz algo pra mim, que eu havia pedido ou comentado. Amo quando ela, mesmo que contrariada, me abraça. Amo e isso me basta.

Mãe, feliz dia da mulher. Continue sendo essa pessoa maravilhosa, da qual eu tenho orgulho de ser filha. Com carinho, Mari.

Você vai em uma aula aberta. Chegando lá, vê a sala se encher aos poucos. A maioria das pessoas é mais velha, experiente. Então, pra quebrar o gelo, você saca o celular. Ah, uma olhadinha no Facebook não dá nada. Geração Y, pô!

A aula começa. A menina da sua frente parece aqueles cachorrinhos que vende em feirinha de artesanato. Sabe? Aqueles… que você dá um toque na cabeça e ele fica fazendo ‘sim’. Ai que lerdeza, viu. Olha a foto, vê se agora você lembra:

Tudo que o professor falava, ela balançava a cabeça e ria sozinha. QUE FELIZ! Amiga, legal você reforçar as ideias passadas pelo ‘mestre’, mas né, reforço em excesso acaba se transformando em algo persecutório. Uouuu, adoro jargões da psicologia.

Pois bem. O professor, todo engraçadão. Cada frase, uma piadinha. E a bexiga? Meu Deus, como que a gente pensa com a  bexiga cheia? Eu só pensava em não mais pensar que o que eu mais queria, naquele momento, era sair correndo até o banheiro. Malditos 2l de água diários!

Ufa. Os 45 min de apresentação acabaram. Me levanto para ir embora e “ouuuu”. Very nice. Aquela geral na classe.  E a indecisão. Fazer o curso? Não vai me agregar muito conhecimento – básico demais. Mas as pessoas são interessantes – Hmmmm. E ter o “Unicamp” no currículo também. Por favor, busca a balança.

E aí, você faria? Estou em dúvida. Antes que me perguntem, sim, é pago. O investimento não é altíssimo, mas vai me custar alguns finais de semana mais em conta. Quem poderá me ajudar?!

Se você acha que eu devo fazer, comente. Se você acha que não, comente também. Comentar é bom demais, sô!

(Clique na imagem para ter acesso ao vídeo)

Os quilinhos a mais, a celulite, o cabelo sem lavar, as espinhas, olheiras… O desprezo, a troca, a mentira, a ilusão, a traição… São tantos detalhes. Detalhes que fazem com que uma mulher, qualquer uma, se sinta insegura.

E o que uma mulher insegura faz? Algumas vão ao shopping, outras ao cabelereiro, ainda outras, pegam o primeiro avião e somem. Só? Não. Umas entram em depressão e se trancam no quarto, outras investem na comida e ficam ainda piores e, ainda outras, bebem.

Eu acho que sou um misto do 2° blobo. Me escondo, como muito doce e quando saio, bebo todas. E não só eu. O problema é que isso tudo não resolve. Nós temos que ter consciência da nossa importância. Temos que, muitas vezes, engolir nossos desejos e tocar a vida. Difícil, né? O que não pode é descontar nos outros.

Podia vir aqui e dar um exemplo real e atual, mas sei que isso custaria minha cabeça. A pessoa acha que está certa. Quer dizer, acha que não errou, apenas estava bêbada. Hmmmm, deixa eu pensar. A bebida não é culpada, né? Quando a gente bebe, faz as coisas com maior intensidade. E acaba falando demais, fazendo demais e… curtindo uma ressaca moral. Eu curtiria, pelo menos.

O fato é que… meninas do meu coração, não adianta beber todas pra sair falando o que quer. Se você deseja alguém, fale sóbria. E escute sóbria o que a pessoa tem a dizer. É mais fácil digerir os fatos. Não beba pra chamar atenção. Não beba pra ter atitude. Não beba, pra não perder a maturidade e sensatez. Nem todos estão dispostos a relevar atitudes alheias, mesmo que elas estejam regadas à alcool.

Se for pra beber todas, arque com as consequências. Cadê o botão do “dislike”? #ficadica

 

Eu sempre fui uma pessoa sincera. Aliás, usava o blog para desabafar, exprimir o que estava me deixando mal. Parei de fazer isso porque achava que passava uma energia negativa. Parece que a gente é depressivo, não sei. Mas hoje não consegui me segurar. Escutei algo que me decepcionou muito.

Muitas pessoas não conseguem manter grupos de amigos em comunhão. Se está com o grupo da faculdade, esquece o da escola. Se está com a galera do trabalho, esquece dos amigos mais próximos. Rotineiro. Comigo nunca foi assim. Sempre juntei as turmas. Eu gosto disso. De ter todo mundo unido, se conhecendo. Só que o que eu não sabia é que as turmas não eram felizes assim! Que pena.

Você vai fazer um churrasco. Quem convidar? Lista grande. Tanto que nunca consegui bancar uma festa de aniversário. Só de família são 120 pessoas, mais, por baixo, uns 60 ‘amigos’. Falência na certa. Dó de mim. Queria agradar e acabei saindo na pior. “Se não chamar fulano, ele vai ficar de bode…” E você chama e não vai. Ou se vai, não enturma. Como lidar?

O pior disso tudo é saber que você inclui as pessoas em tudo, mas elas nem se lembram de você quando o papel é inverso. Fiquei chateada sim. Me senti rejeitada, como nunca havia sentido antes. E não culpo as pessoas. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, a conviver com ninguém. Mas falsidade pro meu lado não, né?

E sabe o que é pior disso tudo? Eu sou muito extremista. MUITO. E confesso que está sendo bastante difícil tratar bem aqueles que por algum momento faltaram com a verdade! Por que as pessoas insistem em inventar desculpas? Em mentir? Falar a verdade é tão mais sublime. Perderam o encanto. As pessoas perderam seu encanto!!!

Eu, que só queria o bem, tomei! Que dó da formiguinha! Me dá uma sensação ruim. Como lidar? No auge dos meus 20 anos, eu não olharia mais na cara das pessoas. Sim, é mais de uma. Como eu estou chateada! Mas nos meus 20 e poucos anos, eu resolvi ser social. Quer ser apenas mais um, então vai ser. Quer apenas ter um contato social, de vez enquando? Assim será.

Desculpa galera, mas se alguém vier me falar “você não me chamou…” Vai tomar uma bem gostosa. Consideração precisa ser recíproca. Se não for, não deve existir.  Eu posso ser boazinha, ingênua, ter um ótimo coração, mas não brinca comigo não. Não brinca.  Ah, eu não sei ser falsa, então logo as pessoas perceberão que as coisas, bom, as coisas, mudaram!!!

Se você vai pra Muzambinho no carnaval, este post é pra você. Mas se você não vai, #ficadica também!

Seguinte, sexta-feira é dia de carnaval na avenida. A maioria das pessoas vai de bloco ou de fantasia. Use a criatividade e se destaque em meio à multidão. Se não ligar para isso, reserve uma blusinha, um shorts e tênis para esta noite. Vale levar pochete, mesmo que pareça brega, ela é de grande utilidade. Caneca também é bom!

No sábado, a farra começa cedo. Reserve um biquini, uma saída de praia ou as famosas cangas. É dia de buscar o abadá também. Se você não quer usar aquela regata boniiiita, leve alguns apetrechos pra gente costurar lá.

Bom, vamos nos refrescar em nossa mega piscina de 3 mil litros, tomar algumas cervejinhas e hora do banho. Sem demorar. Ok? Somos 45 gatos/gatas em uma casa. Economia é tudo nesta vida. Banho de gato atacar! E sim, se você for lavar o cabelo e tralálá, seja a primeira a se arrumar! A fila será grande!

Para curtir o Bloco Vermes, um shorts para cada dia. O Abadá é sempre o mesmo pra pista, mas o camarote e o coringa, neste ano, têm duas camisetas. Fique atento, nada de colocar o abadá de sábado no domingo, ok? O pessoal que vai de pista, vale dar aquela estendida no sol. Pagar de fedida não rola! Aconselho ir de tênis e levar uns dois para lá, afinal, eles quase não sujam… #ironia

Independente de você estar no Coringa, leve dinheiro. Na hora de ir embora, sempre bate uma fome. E lá tem uma lanchonete meia boca na pista. Mas não demore muito, o pão pode acabar!

Domingo é a mesma ladainha. Segunda e terça. Portanto, entre na rotina e seja feliz.

 

O que levar (resumindo):

 

  • 5 shorts (saia ou calça de ginástica também estão valendo),
  • 2 blusinhas (uma pra sexta e outra para vir embora, na quarta-feira),
  • biquini,
  • protetor solar,
  • toalhas (2, uma pro banho e outra pra piscina),
  • chinelo,
  • chapeú ou boné (proteger a cuca nunca é demais),
  • shampoo e condicionador,
  • sabonete (líquido é melhor),
  • escova de dente e pasta,
  • secador, escova de cabelo e elásticos (para cabelo),
  • remédios (eparema, eno e engov são de grande valia),
  • roupas íntimas e pijama,
  • tops,
  • maquiagem (se achar necessário),
  • LIXA (sua unha pode quebrar a qualquer momento),
  • óculos de sol,
  • creme,
  • pochete,
  • colchão,
  • roupa de cama,
  • travesseiro,
  • saquinhos para a roupa suja,
  • cadeado (nem todos se conhecem)…

 

Se você não pode passar muitas horas sem ingerir algo, aconselho levar uma bolsinha com bolachas, salgadinhos, toddynhos e afins!

Esqueci de alguma coisa? Lógico, coloque na mala EDUCAÇÃO, ESPÍRITO COLETIVO, BOM SENSO E MUITA ALEGRIA!!!

 

Faltam apenas 3 dias, vamos que vamos…

Há menos de uma semana do carnaval, recebi uma visita super indesejada. Não, não se trata de algo mensal, da cor da paixão. Aftas, mal amadas, aftas! Como dói. E assim, elas nunca aparecem sozinhas, vem a família inteira. Tenho duas na parte superior da gengiva e duas na parte inferior. OH, shit!

Antes de dormir, quase morro. Bicarbonato de sódio não é vida. Arde, dói, faz a gente babar. Tenso. Mas né, carnaval está aí. Preciso ficar 100% até sexta-feira. Será que eu consigo?

O fato é que ontem me peguei pensando: o que são aftas?! Já li milhões de vezes – elas me amam e sempre aparecem -, mas nunca lembro. Você sabe?

“As aftas, também conhecidas como estomatites aftosas, são lesões dolorosas que ocorrem na mucosa oral e podem atingir língua e garganta. São consideradas lesões “limpas” pois não são causadas por fungos, bacterias ou outros microorganismos. Elas variam de tamanho, podendo ser afta minor ou major.

As causas das aftas não são totalmente conhecidas, mas acredita-se que estejam ligadas ao consumo de alguns alimentos (queijos, amêndoas, frutas secas, alimentos com determinados conservantes, frutas ácidas) e medicamentos (AINEs, ácido benzóico, quimioterápicos), possam ser aftogênicos. Desconfia-se também que a afta seja uma manifestação comum a diversas outras doenças, sobretudo de caráter imunológico, falta de higiene bucal, imunodepressão, estresse, pré-disposição genética, deficiência nutricional, etc. As aftas não possuem caráter infeccioso, portanto, não são transmitidas de uma pessoa a outra. Apresenta incidência de cerca de 20-50% na população mundial e se agravam na fase adulta. A duração das aftas é de cerca de 1 a 2 semanas, sumindo espontaneamente”.

E como tratá-las?

As aftas quase sempre desaparecem depois de 7 a 10 dias. Para um alívio temporário, pode se aplicar pomadas analgésicas. A lavagem com enxagüantes antisépticos pode ajudar a reduzir a irritação. Às vezes, prescreve-se antibióticos para reduzir uma infeção secundária. Eu, uso bicarbonato de sódio. Não sei de onde surgiu essa, mas na minha família é tradição! Melhoras! =)

 

- Eu tô apaixonada pelo Cid, vulgo @naosalvo;

- As pessoas que não gostam de PAGODE, podem pegar um adesivo supimpa da Rock Store na bancada mais divertida da Campus (?);

- As pessoas ficam carentes de madrugada; fiz vários “amigos” no twitter ontem;

- As pessoas vivem correndo aqui e nem sabem o porquê;

- Sabe o Mário? Faltou o armário;

- Ganhei uma bonequinha de pano, “Sack Girl”, do patinho;

- Quase derrubaram meu barraco essa manhã (acordei assustada com “alguém” caindo na minha barraca;

- Eu tô apaixonada pelo Cid, mas trata-se de uma paixão platônica;

- Aqui todo mundo joga UNO;

- Hoje vou sortear abraços;

- De madrugada é muito mais legal;

- Ainda não li a Folha de S. Paulo hoje (?);

- Em 3 dias de evento, só assisti uma palestra;

- Odeio meu netbook;

- Hoje eu prometo não ter vergonha. Vamos tirar fotos?!

Não sei se sou eu a estranha ou se as pessoas não se dão conta do poder de suas palavras e de suas atitudes. Sempre fui muito bobinha, de acreditar em tudo que me falavam. Mas aí, eu acordei e tomei como lema a seguinte afirmação: nunca acredite em comportamento verbal.

Vocês já pararam pra pensar nisso? As pessoas falam, falam, mas suas atitudes são totalmente contraditórias. Eu mesmo já me peguei falando uma coisa e pensando ou fazendo outra. é tudo uma questão de ego, egoísmo e outras derivações da  palavra – preguiça de pensar. Falando em preguiça, muitas vezes perdemos oportunidades por medo ou preguiça de tentar. Está tudo errado!

O fato é que hoje em dia comecei a reparar muito nisso. Sim, eu ando analisando as pessoas. Se antes estava difícil de eu me envolver com alguém, agora então… Alguns hão de pensar: e você lá está em condições de analisar? Escolher? A-HAM! As pessoas têm valores, não é só beleza que conta.

Aliás, existem pessoas que têm o ego tão inflamado que elas acabam se tornando feias!!! E isso é muito recorrente.  Putz, me distrairam e eu perdi o fio da meada. Peraí, vou reler pra ver onde eu estava mesmo…

Minha mente é assim. Viaja, volta, viaja de novo. Bom, queria dizer que o post não é direcionado a uma só pessoa – apesar de fazer sentido -, mas a várias, inclusive eu. Vivo falando “vamos sair sim…” Na hora H, invento milhões de desculpas. Tipo, eu até queria ir, mas bate uma preguiça, um medo de encontros reais… Minhas palavras nem sempre estão alinhadas com minhas atitudes…

Ninguém é perfeito. E eu estou cada vez mais perto do título de “tia”… Ahhhh, ela ficou pra titia!  (risos) Hunf. Cansei de pensar. Só queria registrar minha decepção. Hoje em dia, as pessoas falam demais. Que tal pensar antes de sair  propagando coisas que você não pode ou não quer fazer?! #ficadica

 

Você nunca sabe o que uma foto pode causar na sua vida. Aqui é assim, cada twitada é um flash. De repente, um cara de camiseta azul me chamou a atenção. “Vivi, quem é esse cara? Ele é famoso, né?” Ex-BBB identificado.  Não quero entrar no mérito de celebridades momentâneas ou afins, eu apenas reconheci aquele rostinho bonito.

“Vamos lá tirar uma foto”. Bom, eu tiro a foto, mas não saio nela. E o pior, já chego perto da pessoa rindo. Uai, pra descontrair o ambiente. Ele vestiu a camiseta da empresa que está representando e sorriu. Oumm, que fofo.

Quando eu me dou por mim, “nossa, nossa”. Um amigo aparece, com a mesma camiseta promocional da Youppie. Se você curte falar com seus amigos via Skype, entra no site, parece ser legalzinho! =) Chega de jabá. O fato é que o amigo do ex-BBB chama atenção.

E tudo que chama atenção, merece um registro. Tirei foto do cara. Quer dizer, de suas costas. Ele não ficava de frente por nada. Mas até aí, TUDO BEM. Ele jamais veria a foto. Aham…

De repente, um comenta, dois comentam… A foto ficou aberta na tela de um amigo e… o cara apareceu. Veio entregar flyer da tal da Youppie. E até lembrou da Vivi: “Voê até tirou foto com o Leo, né? Estamos exatamente aqui na frente de vocês…” Nem vi não! E falando em ver, será que ele viu as próprias costas na tela de um outro homem?

Perdi a respiração, o calor subiu. Engasguei com a água. COMO ASSIM?! Não imaginava que o cara viria na nossa bancada. Ai meu Deus. agora querem pedir o e-mail dele. Não é que o bonitão da balachita foi sentar na bancada de uns amigos?! Vem sentar aqui, seu lindo! Uel, uel uellll!

A primeira noite a gente nunca esquece. Eram 23h e pouco, que tal um banho?! Bizarro. Esse ano ainda colocaram um suporte pra sabonete, shampoo e afins, mas não ajudou muito… Você tem que jogar sua roupa e a toalha em cima do box. Meu shorts foi parar do outro lado do banheiro; é muita força delicadeza.

Aí, você liga o chuveiro e… a água não esquenta. Portanto, a dica é: vá tomar banho enquanto você estiver com calor! Ah, não tem muita iluminação também; evite banhos “corujão”.

“Lava uma mão, lava a outra…” E aí, dormir? Não, vamos jogar UNO. De repente, uma banda – Megadrive -começa a tocar a música tema do Super Mário. Delírio da galera. Entre uma carta e outra, pessoas correndo “vocês vão ganhar o que?” Eles não sabiam. WTF?! Existem mais “Marias brindes” aqui do que eu imaginava (risos).

As horas passam e o sono domina. Eram 2h da matina. Quando você acha que vai apagar, os vizinhos começam o maior papo. Risadas rolam soltas… Owwwwww orme orme, se eu não durmo, ninguém dorme?!

E não para por aí. Toc toc toc. – Quem bate? É o frio! Pessoal, santa mantinha da Betty Boop hauhaua Se vocês pretendem vir pra cá pra dormir, não esqueçam o edredon. À noite o frio bate forte. Passei frio.

Por enquanto é isso. Logo mais começam as palestras. E aí, marcas podem ser pessoas?! Vou garantir meu lugar no palco de Mídias Sociais, volto já! =*

 

Chegar na Campus sempre é uma emoção. E um sacrifício. Pra tudo tem fila! Mas esse ano foi diferente. A decepção começou pelo preço do estacionamento. R$180 pros 6 dias de evento. Oie? Sim, R$30 por dia! Podia rolar um descontinho pros campuseiros, né?

Aí você entra no evento. É preciso cadastrar os notebooks. Toda vez que vai sair do Anhembi, precisa mostrar o equipamento. Cansa!

E a água? O calor é intenso e existem apenas 2 bebedouros pra 7 mil pessoas. A garrafinha de água? R$4! Falando em dinheiro, jantamos no lanches e Cia. Uma delícia a comida, mas né, R$36!!!

Agora, vamos falar das bancadas. Não tem lugar! As pessoas, sem noção, deixam notebooks e pcs nas bancadas e saem. Resumindo, quem quer mexer na web, não encontra cadeira disponível. Tenso!

Então quer dizer que não vale a pena ir pro evento? Ah, vale. A internet tá rodando a 110 mb e tem muito homem gato (mulher também). O lugar é enorme e possui várias opções de restaurantes. Aqui você anda muito. Academia pra quê?! E amanhã começa a enxurrada de brindes. Acompanhem a hashtag #cpbr5. Vai bombar! )